
Guardião das memórias pequenas.
Que passam,
voam,
transcendem grandiosos reis.
Solto de mente.
Fora de margens.
Poeta por sonhos, por causas, por vida.
Lá se ia caminhando, buscando o presente temporário.
Contando histórias intimistas, levando folhas em cestos...
Ou caules, raízes,
Ou até mesmo, troncos pequenos.
Existia um pedaço, uma parte da árvore em cada viagem, em cada rumo, em cada pensamento. Um leve acompanhamento de ventos em seus dias.
Sem maiores fortificações, tinha o que precisava.
O que lhe abastecia em seus novos tempos...
Fazia de suas emoções maiores- dilatadas pelos grandes ares.
De tempo em tempo.
De memória em memória.
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