segunda-feira, 25 de janeiro de 2010



Eu via os passos com penas de pavão.
O esforço descrito, emoção discreta.
E caminhando viveu, sorriu, chorou e não se satisfez.
Era espetacular observar aquela diferença.
As razões fugiam de si.
Um coração recebendo vários outros: menores, desgastados e sem paz!
O largo sorriso das redes.
A imensidão dos dias que não a cobria.
Que não lhe resguardavam as vontades.
Eu via os passos com as penas de pavão.
O esforço descrito.
Emoção discreta.
Ela continuava a despertar-se para algo mais...
Seguindo adiante...