...é, para compensar todas as vezes que tentei achar graça sentada em um banco de madeira, sirva-me um café.
Já presenciei tanto enquanto estava aparentemente imóvel.
Já borbulhei de pensamentos enquanto meu rosto permanecia calmo.
Meus olhos se encheram de esperança e o meu coração se tornou dilatado para observar, pensar e não falar de tudo.
Para não repassar informações que não tire para mim a graça e a alegria de continuar sentada escrevendo em meus papéis quando imediatamente chego em casa.
...
Sirva-me um café.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Os pássaros caseirinhos, perdidos numa ilha da Oceania,
Constroem suas casas artisticamente notáveis de beleza e criatividade.
Não se sabe se por aparência ou por um íntimo costume e rotina.
Só conseguem se casar quando são escolhidos.
Daí a questão da aparência.
Contudo, nem sempre se considera o que é lógico, o que é visto, o que é belo.
Eles se casam por amor e não pela arte.
Constroem suas casas artisticamente notáveis de beleza e criatividade.
Não se sabe se por aparência ou por um íntimo costume e rotina.
Só conseguem se casar quando são escolhidos.
Daí a questão da aparência.
Contudo, nem sempre se considera o que é lógico, o que é visto, o que é belo.
Eles se casam por amor e não pela arte.
terça-feira, 25 de maio de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Guardião das memórias pequenas.
Que passam,
voam,
transcendem grandiosos reis.
Solto de mente.
Fora de margens.
Poeta por sonhos, por causas, por vida.
Lá se ia caminhando, buscando o presente temporário.
Contando histórias intimistas, levando folhas em cestos...
Ou caules, raízes,
Ou até mesmo, troncos pequenos.
Existia um pedaço, uma parte da árvore em cada viagem, em cada rumo, em cada pensamento. Um leve acompanhamento de ventos em seus dias.
Sem maiores fortificações, tinha o que precisava.
O que lhe abastecia em seus novos tempos...
Fazia de suas emoções maiores- dilatadas pelos grandes ares.
De tempo em tempo.
De memória em memória.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Eu via os passos com penas de pavão.
O esforço descrito, emoção discreta.
E caminhando viveu, sorriu, chorou e não se satisfez.
Era espetacular observar aquela diferença.
As razões fugiam de si.
Um coração recebendo vários outros: menores, desgastados e sem paz!
O largo sorriso das redes.
A imensidão dos dias que não a cobria.
Que não lhe resguardavam as vontades.
Eu via os passos com as penas de pavão.
O esforço descrito.
Emoção discreta.
Ela continuava a despertar-se para algo mais...
Seguindo adiante...
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